quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Reaquecendo a paixão

Liza tinha apenas 17 anos na época que comecei a namorar com sua Irma Lilian. Lilian era uma mulher de trinta e poucos anos e de uma experiência sexual de dar inveja a qualquer balzaquiana. Pernas grossas e bem torneadas, bunda lisa e durinha, alem de uma xoxota doce como mel. Por ali me deliciei muitas vezes, sempre levando-a ao gozo antes mesmo da penetração. Poucas coisas me dão mais prazer que o gozo feminino nas preliminares.
Liza estava com um vestido curto e bem decotado. Ao abaixar para pegar as malas pude contemplar dois pequenos seios de bicos rosados, o que só aflorou o formigameto que já contei acima. Durante o percuso do aeroporto para o apartamento de Lilian eu sentia meu cacete querendo pular pra fora da calca e, senti que ela também estava aentindo a mesma coisa. Mas não dei bandeira, a não ser na hora de me despedir, pois ao abraça-la deixei que ela sentisse o volume do meu cacete contra seu corpo. Nessa hora vi seu rosto corar. E eu entrei no
elevador tremendo de desejo.
A noite nos encontramos para jantar. Eu já estava habituado a chegar e ir entrando. Dessa vez me deparei com a cena mais linda da minha vida. Liza estava deitada com um babydoll, sem calcinha, toda arreganhada e de bruços. O coração veio a boca. Fiquei obsevando a cena enquanto ouvia o barulho do chuveiro vindo do quarto de Lilian. Nao pensei duas vezes, cheguei ao quarto de Lilian e já fui tirando a roupa antes que ela terminasse o banho. Ela pediu para eu não fazer barulho pois Liza estava dormindo.
Fechei meus olhos e agora ali na minha frente o rosto de Liza se configurava em minha mente, assim como a imagem da xoxota rosada que eu acabara de ver no quarto ao lado. Começamos no banheiro, onde mergulhei minha língua afoita entre as pernas de Lilian, depois fomos pra cama onde Lilian abocanhou-me como há muito não fazia. Em minha fantasia era minha cunhadinha querida engolindo cada centímetro do meu cacete. Coloquei Lilian de quatro e comecei a meter com forca. Por um momento esquecemos de que havia mais gente no pequeno apartamento e Lilian gozou com uma energia que ocorrera apenas no começo de nosso namoro. Assim como eu!
Terminado nosso ato, só vi um vulto que se dirigia na ponta dos pés de volta ao seu quarto. Liza havia presenciado toda a cena e naquele momento, tenho certeza que se tocava em seu quarto pensando em como seria se fosse ela no lugar da Irma. Eu, por outro lado tive plena convicção de que minhas fodas com minha linda namorada só iriam melhorar dali pra frente.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Voyeur uma arte

Ontem uma amiga twittou que enquanto ela trabalhava via um casal no prédio vizinho transando em pé. Ela não passou mais detalhes, mas eu numa situação dessas parava tudo para prestigiar a cena. Afinal, nada mais lindo que uma cena de amor, natural e bem feita para dar ânino para uma punhetinha a lá voyeur.
Desde criança minha visão sempre foi muito apurada e tive sorte de ver algumas cenas que ficaram marcadas em minha mente. Algumas #pelafechadura do quarto, outras #pelafechadura do banheiro e ainda outras que eu mesmo fazia questão de subir no muro pra ver acontecendo.
Há muitos anos morei numa cidadezinha no entorno de Brasília, num desses loteamentos onde colocamos cerca de arame e os tijolos a mostra demonstravam nossa pouca condição de rebocar a casa. Atrás da nossa casa morava um casal recém casado e financeiramente na mesma condição de nossa família. O banheiro dos pombinhos ficava atrás do meu quarto, separado apenas por um pequeno beco que não chegava a 1 metro de largura, espaço perfeito para minha travessura.
Religiosamente, eles tomavam banho ás 18h, horário que ele chegava do trabalho. Por muitos dias ouvia suas fodas e me masturbava com o som de sexo, gemidos abafados e as vezes urros de gozo que me faziam perder a linha. Houveram vezes de ouvir aquilo e bater 2 ou 3 punhetas consecutivas. Com o passar do tempo, ouvir já não era suficiente. Foi quando tive a idéia de furar a lajota (tijolo de 8 furos usado em construções). Peguei uma chave de fenda e comecei minha saga. Imaginei o local onde ficaria mais agradável para visualizar a cena (cintura para baixo) e fiz um buraco que eu tampava com um pedaço do mesmo tijolo, afinal, nossas casa eram construidas com o mesmo material.
Meu primeiro dia de voyeur...
Eram quatro da tarde, faltavam apenas duas horas para eu ver o que seria a minha primeira cena de sexo ao vivo. Eu andava pelo quintal, ouvia musica, assistia muppet babies e nada do tempo passar. Minha ansiedade só aumentava a medida que o tempo ia passando. Até que faltando pouco para as seis, lá estava eu. Pau duro e olhar fixado no buraco que eu havia feito. Ouvi os passos, conversas e eles entraram no banheiro.
Ela começou a dar banho nele, lavando suas partes e caindo de boca em seguida. Eu no auge dos meus 11 anos de idade achava a cena expetacular. Logo depois ele fez o mesmo procedimento de lavar e chupar. (Parenteses) Parece que há um acordo entre casais. Tipo se ele me chupar eu chupo ele, e vice versa. (Fecha Parenteses)...
Era meu dia de sorte. Descobri isso quando ele falou: Como hoje é meu aniversário eu quero aquele presente! E ela disse: Isso dói! Em resposta ele falou: Dói, mas é gostoso.
Vi o momento exato em que ele a colocou de 4, desligou o chuveiro, passou cuspe na palma da mão e passou entre suas nádegas. Quando ameaçou enterrar a cabeça ela começou a pedir pra parar. Enquanto ele calmamente falou: Vem, deixa entrar. Os sons emitidos por ela até hoje estão e minha mente: "Isso dói", "isso dói"...
Parece que ele sentia prazer ao ouvi-la dizer isso e quanto mais ela falava mais um pedaço ele empurrava naquele cu e em pouco tempo ele já havia enterrado tudo e ela já pedia mais. Devo confessar que foi uma das cenas mais lindas que já vi na minha vida. E quando ele chegou ao gozo eu já iniciava minha terceira punheta.
Desde então, minha admiração por Voyeurismo é alimentada. Pena que certas cenas só conseguimos captar de tempos em tempos. As vezes com a corrreria do dia-a-dia nos falta sincronia com tais acontecimentos. Mas sempre que acontece é maravilhoso.

